sexta-feira, 13 de julho de 2012


Agora que entrei de férias na Unicamp \o/ poderei estar mais ativo no blog!

A primeira coisa que postarei é a resolução do exercício que propus quando tratei de força centrípeta:

Sabendo que a velocidade é de 88km/h, logo precisamos convertê-la para m/s
88 / 3,6 = 24,4 m/s

A partir disto, nesta situação ideal temos que pensar quando o carro está no ponto mais alto do looping. Temos 2 forças atuando nele (Normal e Peso).  A soma das forças atuantes que se comporta como força centrípeta é:
O valor de Normal mostra que existe um contato entre carro e looping e interfere no valor da velocidade. Temos a velocidade mínima, portanto vamos imaginar que a força normal é tão pequena que se igualaria a zero porque qualquer valor da força normal aumentaria a velocidade. (Em termos práticos se não há normal não há contato entre corpos e com certeza o corpo cairia do ponto mais alto, mas neste caso serve para se ter uma velocidade mínima aproximada).
Sabendo que a velocidade é 24,4m/s e g é aceleração da gravidade, portanto, 9,81m/s2 , temos, a partir da equação acima que o raio deveria ser de 60,6m, e de altura 121,2m em condições ideais. Em condições reais, não funciona bem assim.

Se notarmos na equação final, a massa não aparece na equação, logo não dependemos dela (em termos ideais).

Portanto a velocidade que deve ser aplicada no caminhão de corpo de bombeiros deve ser de 88km/h (24,4m/s) também para completar o looping.

É obvio que para se acelerar um caminhão para chegar nesta velocidade pedida é muito mais trabalhoso que um carro graças a sua grande massa. Mas conseguindo isto ele seria capaz de completar um looping da mesma forma que um carro (em termos ideais).

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